quarta-feira, 18 de junho de 2014

Como saber a validade de um pneu?

Como todo produto manufaturado, o pneu também tem vida útil. Não é somente o desgaste da borracha que deve observado, como pensa maior parte dos motoristas. Principalmente em veículos que rodam pouco, é preciso prestar a atenção na data de fabricação da peça.

O prazo de validade máximo de um pneu é cinco anos após sua fabricação. Após esse período, ele começa a se deteriorar devido ao tempo e aos agentes climáticos como pressão, temperatura e umidade. José Carlos Quadrelli, gerente geral de Engenharia de Vendas da Bridgestone do Brasil, explica que os pneus podem aparentar estar em bom estado e com pouco desgaste, mas sua estrutura pode estar comprometida. “É o caso do estepes que nunca foram usados. Embora nunca tenham rodado na estrada, foram submetidos à ação do tempo e da temperatura, que podem alterar suas características originais”, observa.

Na área de identificação do pneu, encontra-se um número de série composto de 11 dígitos em seguida à palavra “DOT”  (que identifica o “Department of Transportation” dos EUA e que instituiu este tipo de marcação). Os quatro últimos dígitos deste número identificam a data de fabricação do pneu (dois dígitos para a semana e dois para o ano). Por exemplo: 1311 significa que foi produzido na 13ª semana de 2011. Se constar 3806 indica que foi feito na 38ª semana de 2006. A partir daí é só somar mais cinco anos que você saberá o prazo de validade.


Desgaste
Cinco anos é, claro, o prazo máximo de duração. A legislação brasileira determina que os pneus devem ser trocados quando o sulco (o friso) tiver no máximo 1,6 milímetros de profundidade. Além disso, o motorista deve fazer a revisão a cada 10 mil quilômetros para verificar se não há torturas ou rachaduras na borracha. Fazer o rodízio entre os dianteiros e traseiros e manter a calibragem recomendada pelo fabricante ajudam na conservação dos pneus.





Fonte : Terra.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Gasolina formulada é legalizada, mas pode trazer danos ao motor



Gasolina formulada. Esse é o nome de um tipo de combustível vendido como “gasolina comum” em vários postos do país. O produto é desconhecido pela grande maioria dos consumidores, mas a ANP legalizou o produto uns dois anos atrás.

A tal gasolina formulada, também conhecida como genérica ou de laboratório, também tem cor amarela, mas o cheiro é diferente. Além disso, ela não tem o mesmo rendimento do derivado de petróleo, pois é produzida com cerca de 200 elementos químicos, especialmente solventes.

O preço é mais em conta, mas os danos causados ao motor podem gerar um custo elevado para o consumidor. Sem identificação, os clientes não sabem que tipo de gasolina está sendo colocada no veículo. Bicos injetores entupidos e grande presença de resíduos na câmara de combustão são alguns dos defeitos gerados pela gasolina formulada.


Fonte:Noticias Automotivas